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segunda-feira, 6 de março de 2017

Primeira refeição dos Bichos da seda

Na semana passada reparamos que os bichos-da seda se começavam a movimentar dentro do frasco. Era urgente arranjar comida mas não tínhamos nenhuma amoreira por aqui!
A professora comprou duas amoreiras este fim de semana que foram plantadas hoje ao lado do charco. Daqui a pouco já teremos alimento com fartura mas para já, vamos ter que as alimentar com as folhas que a professora trouxe hoje.


Pusemos uma folha do frasco e congelamos as outras para não se estragarem!
Bastou uma hora para que começassem a aparecer buracos na folha! Os nossos amigos estavam mesmo esfomeados!
 
Amanhã vamos muda-los de casa, esta é muito pequena para tanta gente!

sexta-feira, 3 de março de 2017

Mais um livro...

 
Hoje o Vasco trouxe mais um livro para explorarmos. Era um livro sobre árvores.
Tinha muitas árvores, de todo o mundo.
Procuramos árvores nativas do nosso país e encontramos algumas. A primeira que procuramos foi o pinheiro-manso. Lá estava ele com as folhas e com as pinhas.
Estivemos a relembrar o que aprendemos na saída de campo sobre os dois pinheiros que lá vimos, este e o pinheiro-bravo. Estivemos a relembrar como os podemos distinguir (a forma do tronco e da copa, as pinhas). Lá estavam as folhas fininhas que nós não conseguimos identificar quando fizemos a saída de campo!
Depois do pinheiro procuramos árvores que são "invasoras" (uma palavra nova que aprendemos) e encontramos a mimosa e o eucalipto.
A seguir fomos procurar a amoreira porque estamos à procura de uma para dar as folhas aos nossos bichos-da-seda.
 Ainda vamos explorar muitas vezes este livro do Vasco!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Novos amigos, novo projeto!

A turma anterior da nossa professora recebeu o ano passado um presente: um frasco para explorar o mundo do Bicho-da-seda. Como a turma foi para a nova escola, vamos ser nós a trabalhar este projeto.
Hoje a professora foi espreitar o frasco que estava em cima de um armário desde o fim das aulas do ano passado com uma etiqueta: "Não mexer, por favor". Parece que não tínhamos que fazer nada durante este período...
Mas ao espreitar para dentro do frasco tivemos uma surpresa!! Havia muitos, muitos pontinhos pretos que se moviam!  O nosso projeto vai começar!




Não sabemos quase nada sobre o Bicho-da-seda! A professora também sabe muito pouco! Vamos ter que investigar muito e vamos todos juntos aprender!

Para já vamos coloca-los numa caixa com mais espaço e estamos a procurar amoreiras para os poder alimentar!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

100 mil árvores - 1ª Saída de campo

Depois de imaginar a floresta dos nossos sonhos, saímos da escola para ver a floresta que nos rodeia. Alguns pais vieram para nos acompanhar.
Só atravessamos a rua e paramos num monte em frente.
Logo que lá chegamos, ligamos as "máquinas fotográficas" dos nossos olhos para registar tudo!
Concordamos logo que afinal não existia a floresta dos nossos sonhos!! Nos nossos sonhos a floresta era verde, com muitas árvores. Esta tinha poucas árvores e estavam todas pretas, queimadas dos incêndios!
Ah! Mas as flores dos nossos sonhos existiam! O chão estava coberto de florinhas pequenas, brancas e lilases! Era até difícil conseguir não as calcar!
Havia também um grande tapete de musgo verde!
Vimos um grande pinheiro que se manteve verde apesar do incêndio, era o pinheiro manso. Ao lado havia muitos pinheiros bravos mas estavam quase todos queimados. No chão encontramos pinhas de cada um que estivemos a comparar. Com o nosso corpo, representamos cada um desses pinheiros e dessas pinhas, conforme nos era pedido.
Ficamos sentados numa roda e a Mariana, nossa mentora no projeto, pediu-nos para fechar os olhos e tentar identificar dois pássaros diferentes. Todos ouvimos! Afinal também havia pássaros como na floresta dos nossos sonhos! 

E borboletas, haveria? Sim, todos concordaram! Alguns até as ouviram! Pouco depois algumas borboletas resolveram aparecer para as vermos.
Ainda na mesma roda fizemos um jogo. Fechamos muito bem os olhos e a Mariana foi passando vários objetos que estavam num saco. Pelo tacto fomos tentando adivinhar o que era, passando depois ao colega do lado. Depois de cerca de 10 minutos de jogo (sim, nós ficamos 10 minutos em silêncio, explorando os objetos com as mãos!) abrimos os olhos e fomos falando do que tínhamos "visto" com as mãos.
 

"Vimos" pinhas, pedras, folhas de papel, caixinhas de música, óculos, tecidos, ... Fomos dizendo as características dos objetos, antes de a Mariana os mostrar.
O último jogo mandou-nos fixar os olhos num ponto que os outros teriam que descobrir o que era, com perguntas que faziam.
Depois de lanchar ainda cantamos os parabéns porque havia um aniversariante no grupo e fomos dar uma pequena volta onde pudemos ver que, depois do incêndio que destruiu a maior parte das árvores, algumas começavam a renascer, o eucalipto e o medronheiro.
Voltamos à escola e completamos os nossos registos, desenhando por baixo da nossa floresta imaginária a floresta real.








Adoramos este dia!
 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A Floresta que eu sonhei...



Temos falado muito de árvores e de floresta na nossa sala.
Falamos esta semana da importância das árvores no equilíbrio da natureza e hoje exploramos isso num livro que a Letícia  voltou a trazer para a sala.
Nesta imagem do livro podemos perceber como as árvores são importantes no equilíbrio de um ECOSSISTEMA (uma das palavras que temos ouvido na sala e que alguns já sabem usar)...
 
 
 
 
 
À tarde começamos a preparar a 1ª Saída de Campo.
Recebemos uma ficha onde desenhamos a floresta nos nossos sonhos. Para nos inspirar, havia uma das músicas que nos costumam fazer companhia nos trabalhos.
Quem acabou o desenho pode depois fazer um texto onde apresentava a Floresta dos seus sonhos...





terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O Coelhinho Branco e máscaras gigantes

Hoje foi a vez de receber os meninos de 5 anos da nossa escola.
Trabalhamos com eles a história do Coelhinho Branco, aquele que foi à horta buscar couvinhas para gazer um caldinho e ficou com a casa ocupada pela Cabra Cabrez!
Ouvimos a história com uma parte cantada, aquela em que o Coelhinho se lamentava do seu problema:
"Estou tão triste, tão triste! Só me apetece chorar! 
Vou à procura de um amigo que me possa ajudar!"

Depois de ouvir a história, respondemos a umas perguntas.
Falamos depois de personagens e de personagem principal.
Numa ficha de trabalho, contamos as sílabas de algumas palavras e fizemos a sua divisão silábica. Com estas palavras fizemos um jogo muito engraçado! Dissemos as palavras aos saltinhos, muito baixinho, muito alto, aos altos e baixos, chamando-as, a chorar, a rir,...  Bem, quase todos os exercícios acabavam a rir!
Por fim recebemos uma folha com a imagem da casa do Coelhinho e todos desenharam a sua personagem preferida.
Ah! Antes de os nossos colegas voltarem para a sala, ainda cantamos a canção do Coelhinho de olhos vermelhos e pelo branquinho!
À tarde estivemos a fazer mais máscaras,  utilizando cartão e papel autocolante
Recortamos círculos que usamos para decorar as mascarilhas gigantes que vao enfeitar o carro do cortejo e a sala. Estão a ficar muito coloridas e bonitas!



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Tudo se transforma

Hoje recebemos os colegas da Pulgada e de Trás-de-Várzea para uma nova atividade.
Trabalhamos mais um poema do livro Planeta Azul, de Luísa Ducla Soares, "Tudo se transforma".

Este poema é muito engraçado e tem alguns disparates que nos fizeram rir (especialmente o último verso).







Tudo se transforma

Pus uma semente
Na terra do chão.
Olha, transformou-se
Num grande melão.

Dei um ovo cru
À minha galinha.
Olha, transformou-se
Numa pintainha.

Pus água a ferver
Cá num fervedor.
Olha, transformou-se
E fez-se vapor.

Deitei grão de milho
Na mó do moinho.
Olha, transformou-se
Num pó bem fininho.

Fui queimar um pau:
Ardeu num clarão.
Olha, transformou-se
Em negro carvão.

Dei um grande bife
Ao meu cão Totó.
Olha, transformou-se
Depois em cocó.


Depois de ouvir o poema e de ver a sua apresentação, de conhecer algumas novas palavras ("fervedor", por exemplo), de trabalhar masculino/feminino e singular/plural, aprendemos a canção feita para ele.