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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Diversidade

Na sala já falamos várias vezes de diversidade.
Costumamos até brincar com o que significa imaginando a confusão que seria à saída das aulas se fossemos todos iguais! As mães não sabiam onde estávamos e nós não íamos distinguir a nossa mãe...
 
Quando em Estudo do Meio falamos da família identificamos parecenças com pai ou mãe mas todos percebemos que cada um de nós é único.
A nossa diversidade está na cor da pele, na estatura, na cor dos olhos e do cabelo, na forma de vestir, ... Costumamos brincar também dizendo que na nossa escola ganha a nossa turma ganha na diversidade pois tem um colega que viveu em Moçambique, uma que veio da Suíça e outra que viveu na Argélia, país da mãe.
A professora propôs-nos então uma atividade. Deu-nos este desenho de um corpo humano e cada um, sem olhar para o trabalho dos colegas, completou-o, criando um personagem.
 
Pudemos então perceber ainda melhor o que é a diversidade!
Criamos meninos, meninas, crianças, adultos, loiros, morenos, uns de sapatilhas, outros de sapatos de tacão..., uma grande diversidade de personagens!
 
Os nossos desenhos foram depois plastificados porque,  a convite da Associação Portuguesa de Biologia Evolutiva (APBE) e da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, vão estar expostos juntamente com trabalhos de alunos de escolas do Porto até 22 de fevereiro na avenida das Tílias dos Jardins do Palácio de Cristal e na Biblioteca Almeida Garrett, na exposição "Presentes de aniversário para Darwin".
 


 


 

 
 
 
 
 
 

 

 

 

 



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Se eu comer...

Ao trabalhar o Projeto Heróis da Fruta temos feito muitas descobertas e atividades.
Hoje estivemos a criar uma poesia a partir da frase  Se eu comer...
Começamos por arranjar nomes de frutos, procurando depois rimas para cada um. Pensamos depois em frases engraçadas e o nosso poema da turma ficou assim:

Se eu comer...

Se eu comer uma ameixa
 
Nasce-me no cabelo uma madeixa.

Se eu comer um ananás
 
Fico com um olho atrás.

Se eu comer uma maçã
 
Fico com cara de .

Se eu comer uma banana
 
Faço o pino com a Ana

Se eu comer um quivi
 
Na sala faço xixi.

Se eu comer uma laranja
 
Fico com uma franja.

Se eu comer uma noz
 
Nunca ficarei sem voz.

Se eu comer uma tangerina
 
Vou ser sempre menina.
 
Se eu comer uma castanha
 
Faço teias como a aranha.

Se eu comer um figo
 
Dou metade ao meu amigo

Se eu comer uma framboesa
 
Fico mesmo uma beleza!


sábado, 28 de janeiro de 2017

Dia de Sementeira



Hoje tivemos na escola 16 pares de mãos pequenas e 19 pares de mãos grandes para a tarefa de construção do nosso Viveiro!

Recebemos ontem as bolotas de sobreiro (cerca de 100 sementes) do Centro Nacional de Sementes Florestais (CENASEF), 100 sementes de murta e 100 sementes de jasmineiro-do-monte, provenientes do Sementes de Portugal.
A indicação que temos é que a taxa de germinação média por espécie é a seguinte: 70-90% para o sobreiro (ICNF, 2016), 50-60% para o jasmineiro-do-monte e 90-100% para a murta (dados próprios).


A proposta é produzirmos um total de 250 árvores e arbustos nativos. O resultado dependerá de vários fatores mas parece que se estima uma produção mínima de 60 Jasmineiros-do-monte (Jasminum fruticans), 90 Murtas (Myrtus communis)   80 Sobreiros ( Quercus suber).  Esperemos conseguir atingir essa meta!
Tivemos muita sorte porque esteve uma manhã espetacular e pudemos trabalhar ao ar livre
Nesta manhã houve tarefas para todos!
- Cortar e furar alguns pacotes
- Criar as placas de identificação
- Colocar o substrato
- Colocar as sementes e cobrir
- Criar o suporte do viveiro
- Colocar os pacotes na base
- Regar
Começamos pelas sementes de Sobreiro que estavam na água desde ontem. Enchemos uma palete com esta espécie.
De seguida colocamos as de Jasmineiro-do-monte e finalmente as de Murta. Estas duas últimas deram um trabalhão porque são muito pequeninas e o vento queria ajudar na sementeira! Os dedos mais pequenos foram uma grande ajuda, nestas!

Na embalagem recebida vinha ainda outros dois pacotes de sementes que completaram o nosso viveiro:
Loureiro (Laurus nobilis) 

 
Borragem (Borago officinalis L.).


Durante a realização destas tarefas ainda deu para fazer umas corridas no campo de jogos e no recreio, claro!
Mas não podíamos ir embora sem tocar e cantar os parabéns à Nicole! Só foi preciso antes afinar os cavaquinhos que estiveram pendurados toda a manhã na rede do recreio. Que rica festa de aniversário!
Agora vamos esperar, e monitorizar as nossas sementeiras. Vamos ver se acompanhamos o desenvolvimento das plantas. Esta é a melhor maneira de aprender como as plantas se desenvolvem! 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O viveiro do nosso imaginário

Ontem representamos num desenho o Viveiro do nosso imaginário. Já tínhamos falado muito sobre o que é um viveiro mas cada um tem na cabeça uma imagem do que será.
Aqui ficam os registos da turma...

O Viveiro Imaginário

 

E já agora, alguém identifica o que representam estas imagens?...
 
 
Não adivinham, de certeza!
..............
Hoje recebemos as sementes e o substrato trazidos dos Viveiros Municipais do Porto pelo Dr Marco Moreira, da Câmara Municipal de Paredes.
 

As bolotas foram logo para a água, para hidratar. Apenas uma ficou a flutuar. Discutimos o porquê e todos concordaram que a causa devia ser o furo que ela tinha, feito por algum animal que se alimentou do seu interior.
Estas imagens foram tiradas ao buraco da bolota! Ninguém acertou, de certeza!
 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Imaginando o Viveiro...

Temos andado a preparar a tarefa de sementeira de sábado.
Hoje estivemos a relembrar o que temos que fazer, voltamos a ver no blogue as espécies que vamos semear aqui  e vimos mais uma vez este filme:


Depois fizemos um trabalho: dissemos palavras que relacionamos com o Viveiro. Essas palavras transformaram-se depois nesta imagem...

Finalmente representamos num desenho o Viveiro do nosso imaginário. Apareceram viveiros de todos os tipos, uns com muita gente a trabalhar, outros já com árvores enormes,...
Será que algum dos nossos viveiros imaginários ficou muito próximo do viveiro real?...


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Preparando a sementeira...

Durante a semana de Natal, todos os pacotes de leite que levávamos para a escola transformavam-se em estrelas.
A partir de agora a campanha de recolha continua, mas para suporte nas nossas sementeiras. Temos muitas sacas de pacotes e muitos chegarão só no sábado, para a sementeira.
Faltam-nos alguns, poucos! Amanhã vamos passar pelas salas dos colegas a pedir para nos ajudarem. Com tantos alunos que a escola tem, se metade trouxer apenas um pacote, já temos pacotes para a sementeira toda!



As sementes chegam na quinta-feira e as de Sobreiro vão ficar 24 horas em água a hidratar, As outras,Murta e Jasmim-do-Monte, não precisam deste processo.
Hoje combinamos que os mais pequenos poderão ajudar a colocar as bolotas de Sobreiro. Estivemos então a ver todo o processo: encher os pacotes já furados com a terra, bater com eles no chão para que não fiquem bolhas de ar dentro, colocar a bolota na diagonal, pressionar um pouco e deitar por cima cerca de 3 cm de terra. Estivemos a ver na régua quanto é 3 cm (mais ou menos a largura de dois dedos nossos). As paletes para servir de base já estão aqui na escola.
Sábado temos que trazer pás de jardim para colocar a terra nos pacotes e um regador para regar no fim.
Durante esta semana vamos fazer as placas para identificar as sementeiras para sabermos o que irá nascer em cada pacote..

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Canção da Terra

Hoje foi a vez de trabalhar a matemática com os colegas do JI da Pulgada.
Ouvimos o poema "Canção da Terra", de Luísa Ducla Soares e descobrimos os elementos da natureza que ele nos apresentava: o mar, o rio, a cascata, o coelho, a papoila, os peixes, as andorinhas e os meninos. Falamos de como cada um é importante, de como estão todos ligados e como a falta de um deles pode estragar o equilíbrio da Natureza.
Ensinamos depois aos nossos colegas mais pequenos dois sinais quando tínhamos que identificar se uns elementos pertenciam ou não ao poema:
 
Agora os nossos amigos já podem ensinar aos colegas e aos pais uma coisa nova!